Não tenho pretensões

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

As 15 doenças da liderança, segundo o papa Francisco

O que o líder de uma equipe pode aprender com o papa Francisco? Para o especialista em gestão norte-americano Gary Hamel, muitas coisas. A partir de um recente discurso do pontífice sobre as mazelas do Vaticano, o autor elaborou uma lista das 15 doenças que podem acometer um executivo.
Segundo o artigo publicado na Harvard Business Review, gestores são tão sensíveis a patologias quanto qualquer ser humano. Mas, quando elas não são tratadas, o trabalho de toda uma equipe pode desmoronar. Veja a seguir as "doenças" listadas pelo papa e como elas comprometem a saúde da liderança.
1) Pensar que somos imortais, imunes ou indispensáveis
O líder que não tem auto-crítica e se julga acima daqueles que trabalham para ele sofre da "patologia do poder". De acordo com Hamel, a pessoa é tomada por um complexo de superioridade e deixa de se importar com os mais fracos.
2) Trabalho em excesso
Pessoas que mergulham no trabalho sem reservar tempo para descanso acabam se estressando e perdendo a concentração. Para o especialista, a ocupação excessiva mostra desequilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Um tempo de descanso é necessário e permite recarregar as baterias.
3) “Petrificação"
Líderes que tem um "coração de pedra" tendem a perder serenidade, agilidade e ousadia, defende Hamel. Substituir a sensibilidade humana por pura formalidade também é perigoso quando se lida com um grupo. Como afirmou o papa, um líder precisa de desprendimento e generosidade.
4) Planejamento sem limite
Quando um gestor planeja tudo até o último detalhe por medo do imprevisível, o processo criativo perde a espontaneidade. Organização é importante, desde que haja espaço para a intuição e o improviso, diz Hamel.
5) Falta de coordenação
Se um líder perde o senso de comunidade e o objetivo de integrar seu grupo, o sistema todo perde seu equilíbrio. Segundo o especialista, o grupo que não é regido com "camaradagem" e trabalho em equipe vira "uma orquestra que produz ruído", comprometendo resultados.
6) “Alzheimer" da liderança
Acontece quando um líder se esquece da gratidão que deve àqueles que sempre o apoiaram ou trouxeram inspiração. Tal reconhecimento não deve perder lugar para "caprichos" e "obsessões", considera Hamel.
7) Rivalidade
Segundo o especialista, o título de líder não serve para contar vantagem sobre os outros. O dever fundamental do líder seria justamente o oposto: atentar-se para os interesses e anseios de sua equipe.
8) Esquizofrenia existencial"
É a doença de quem vive uma vida dupla e marcada pela hipocrisia. Segundo Hamel, acontece quando o gestor se isola de clientes e funcionários e se dedica apenas a questões burocráticas, perdendo contato com a realidade.
9) Fofoca
O artigo descreve a fofoca como uma "grave doença" que começa às vezes em uma conversa simples, mas pode sujar o nome de um colega e contaminar a harmonia que existe numa equipe.
10) Puxa saquismo"
É a patologia que atinge aqueles que cortejam seus superiores com o interesse de ganhar uma promoção. Para isso, ressalta Hamel, deixam de lado os objetivos da equipe como um todo. Líderes são afetados por esta doença quando incentivam e tiram proveito da cumplicidade de seus subordinados.
11) Indiferença
Acontece quando o profissional mais experiente não compartilha seu conhecimento com aqueles que estão começando. Por "ciúmes ou engano", a pessoa guarda para si o aprendizado que poderia ser útil para o desenvolvimento da equipe.
12) Excesso de severidade
Ocorre com o gestor que acredita que, para ser sério e respeitado, é preciso ser austero. Na verdade, ressalta Hamel, o excesso de severidade é um sintoma de medo e insegurança. Sempre que possível, o líder deve se esforçar para ser cortês, bem humorado e transmitir entusiasmo.
13) Acumulação compulsiva
É o caso de quando o líder tenta acumular bens materiais, não por necessidade, mas para se sentir seguro. Segundo palavras do papa destacadas por Hamel, nenhuma riqueza pode preencher o “vazio de um coração”.
14) Círculos fechados
Acontece quando a vontade de pertencer a um grupo "seleto" da liderança se torna maior do que a identidade de uma equipe. Também começa com boas intenções, mas pode acabar fragmentando uma organização.
15) Extravagância
Ocorre com pessoas que tentam acumular poder a qualquer custo e fazem de tudo para mostrar que são mais capazes que os outros. Tal comportamento é danoso, argumenta Hamel, porque leva as pessoas a justificar o uso de quaisquer meios para atingir seu objetivo.

domingo, 18 de maio de 2014

Dinâmica do Vaso

Material Necessário: Vaso de boca larga, Pedras (tamanho grande), Britas (Pedras pequenas), Areia e Jarro com água.
Sequência da dinâmica: Segue-se conforme o Texto abaixo.
Objetivo da dinâmica: Definir prioridade em nossa vida.
Um consultor, especialista em Gestão do Tempo, quis surpreender sua assistência numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga. Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com pedras do tamanho de um punho e perguntou: “Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?”.
Depois dos presentes fazerem suas conjecturas, começou a meter pedras até que encheu o frasco. Depois perguntou: “Está cheio?”.
Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha (pedrinhas pequenas, menores que a “brita”). Meteu parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o. As pedrinhas penetraram pelos espaços, que deixavam as pedras grandes. O consultor sorriu com ironia e repetiu: “Está cheio?”.
Desta vez os ouvintes duvidaram: “Talvez não”. “Muito bem!”.
E pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos deixados pelas pedras e pela gravilha. “Está cheio?” - perguntou de novo. “Não!”, exclamaram os presentes. Então o consultor pegou uma jarra de água e começou a derramar para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar. “Bom, o que acabamos de demonstrar?”, perguntou. Um ouvinte respondeu:
“Não importa o quão cheia está a nossa agenda, se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais coisas.”
“Não!”, concluiu o especialista.
“O que esta lição nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois. E quais são as grandes pedras nas nossas vidas? A pessoa amada, nossos filhos, os amigos, os nossos sonhos e desejos, a nossa saúde. Lembrem-se, ponham-nas sempre primeiro. O resto encontrará o seu lugar!”.
Hernane Martinho Ferreira
Praesidium Mãe dos Pequeninos

domingo, 25 de agosto de 2013

Minha visão de Liderança

Amada(o) Irmã(o) que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja e permaneça conosco em todos os momentos de nossas vidas! Proponho nesse texto um tema que causará muita discussão e afirmo que isso será ótimo! Peço apenas um favor, dirija a sua crítica a mim!
Façamos um exercício de memória! Anote as respostas das seguintes questões: a) Quantos anos você participa da Legião de Maria ou da Pastoral/Movimento?; b) Quantas eleições houveram para coordenação no período (todas as instâncias)?; c) Os coordenadores foram substituídos ou houve continuidade das pessoas na coordenação (mesmo com alteração de cargos)?; d) Qual a justificativa apresentada para a substituição ou para a continuidade?; e) Qual a sua opinião sobre a decisão tomada?
Sugiro que você responda para que possamos continuar a reflexão desse tema!
Apresento as minhas respostas: a) Participo a mais de 20 anos da Legião de Maria; b) Nesse período eu participei em mais de 60 eleições em todas as instâncias; c) No Senatus Nossa Senhora Aparecida existe a tendência de continuísmo, no Comitium Stella Maris predomina a substituição total da coordenação, já os praesidia que participei predominam a substituição dos oficiais, com raras exceções; d) No Senatus o que mais escutei é: “Estou acolhendo humildemente ao chamado de Nossa Senhora para continuar na coordenação!”. No Comitium a resposta é: “A coordenação nos faz crescer em conhecimento e é meu dever proporcionar a todos esse crescimento!”. Já nos praesidia: “Utilize essa oportunidade como um crescimento pessoal, a Legião de Maria é uma escola para você utilizar na sociedade!”.
Antes de apresentar a resposta para a última questão, vamos refletir o seguinte trecho: “Estejam sempre atentos para descobrirem os membros especialmente qualificados e poderem recomendá-los aos conselhos, quando se tratar de preencher as vagas de Oficiais, dentro ou fora do Praesidium. E como o valor do Praesidium depende das elevadas qualidades dos seus Oficiais, é glória dos oficias fazerem surgir e formarem estes, preparando assim o futuro da Legião.” (cf. MLM, cap. 34, pág. 210).
Agora sim, posso apresentar minha argumentação! Primeiramente façamos um exercício de imaginação no qual Jesus Cristo resolvesse não ascender aos céus e falasse para os apóstolos que ele ficaria aqui com eles. Pronto agora responderei a última pergunta com dois questionamentos: Qual seria a atitude dos apóstolos? E qual a atitude de Jesus?
Exatamente! Os apóstolos se acomodariam na função de seguidores e fariam aquilo que lhes fossem mandados e sem a dificuldade da obrigação em tomar uma decisão coerente (vide as atitudes dos apóstolos nos evangelhos), pois essa cairia sobre Jesus! Jesus, por sua vez, perderia o poder de convencimento devido a todos saberem qual seria a sua atitude diante de tal situação.
Graças a Deus que isso não aconteceu e recebemos o Espírito Santo para nos orientar! Somos Cristãos e devemos agir como tal! É contratestemunho se apegar aos cargos de oficiais, seja na Igreja, na empresa, na escola, na política, etc., com a desculpa de que estou respondendo humildemente ao chamado para a coordenação.
Na Legião de Maria os cargos de oficiais possuem duração de três anos, o mesmo período da vida pública de Jesus. Não sei se foi intencional a escolha desse período, mas posso afirmar que é maravilhoso enxergar que houve a intervenção Divina! Essa intervenção vem nos mostrar que o exercício de coordenação nos coloca no caminho da cruz e que ao terminarmos esse exercício, devemos nos entregar inteiramente por amor, como Jesus assim o fez! Ao fim do período, devemos morrer para a coordenação e ressuscitar como animadores dos irmãos que assumiram a coordenação e dos que continuam a caminhada!
Ao sermos eleitos sabemos exatamente por quanto tempo exerceremos o serviço de coordenação, devemos “enxergar” e preparar pessoas para assumirem a continuidade desse serviço! Se isso não está acontecendo, preste atenção, pois “as pedras” estão denunciando que a ação do Espírito Santo está sendo ignorada!
Tenhamos consciência de que toda mudança gera instabilidade momentânea e surgem dificuldades inesperadas, entretanto, temos que agir como os serviçais das Bodas de Caná: procuremos a Mãe para nos ajudar a saber o que fazer, façamos o que o Filho nos manda e acreditemos que o vinho novo pode ser melhor que o antigo (cf. Jo 2, 1ss). Entretanto, apenas saberemos que é verdade se tivermos coragem para provar!
A verdadeira liderança não está naquele que sempre se diz disposto a coordenar e o faz muito bem, a verdadeira liderança está na atitude de servir a todos que necessitam e dar o exemplo para que surjam novos coordenadores com atitudes semelhantes!
Um grande beijo da Paz! Salve Maria!
Hernane Martinho Ferreira
Praesidium Mãe dos Pequeninos

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Na hora da dificuldade...

Amada(o) Irmã(o) quantas vezes você se encontrou em uma dificuldade? Quantas vezes você encontrou um grande obstáculo atrapalhando a sua caminhada?
Caso isso esteja acontecendo, assista o vídeo a seguir. Ele pode te auxiliar na resolução da dificuldade!


Um grande beijo da Paz.
Hernane Martinho Ferreira.
Praesidium Mãe dos Pequeninos