Não tenho pretensões

Meus escritos e minhas opiniões podem valer R$0,01 mas se a juntarmos a de 200.000.000 de pessoas desse país, debatermos com respeito e trabalharmos por aprimorá-las, com certeza poderemos construir um país melhor para todos! Venha debater!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Redução da Maioridade Penal é igual a tapar o sol com a peneira!

Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja sempre em nossas atitudes em todos os momentos! “Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras.” (Salmos 118, 9).

Amada(o) Irmã(o) que felicidade encontrarmo-nos novamente nesse espaço de conversa. Agradeço aos retornos recebidos devido aos textos aqui publicados. É muito bom saber que posso contar com você! Hoje vou escrever sobre um assunto da moda: Redução da Maioridade Penal. Devido a esse motivo vamos iniciar orando:
Ó Deus, Pai de todos nós, que enviastes ao mundo vosso Filho, o Príncipe da Paz, para que tivéssemos vida e paz por meio dele, nesta hora tão difícil para a cidade de São Paulo, nós vos pedimos com fé e humilde confiança: enviai sobre todos nós o Espírito Santo e despertai nos corações sentimentos de respeito por todos. Que todos os habitantes desta Cidade, colocando de lado as diferenças, procurem unânimes edificar o convívio fraterno na justiça, no respeito e na solidariedade, a fim de que a nossa Cidade supere a violência e nela habite a Vossa paz. Amém!
São Miguel Arcanjo, defendei-nos e protegei-nos!
São Paulo Apóstolo, ensinai-nos os caminhos da paz!
Nossa Senhora, Rainha da Paz, rogai por nós!

Vivemos em uma sociedade violenta e sem escrúpulos, sendo que o sentimento de pavor está presente em todas as pessoas. A violência é tamanha que perdemos o sentimento de repulsa em relação a ela, e, infelizmente, nossas atitudes estão colaborando para o aumento da violência!
Atualmente as emissoras de rádio e televisão entopem suas programações com reportagens que apresentam as violências cometidas pelos jovens e com os defensores da redução da maioridade penal que, com a sua oratória rebuscada, apresentam a tese como a solução para a violência de hoje. Entretanto, essas mesmas emissoras, cometem o crime de apresentarem “meia verdade” e não abrem espaço para a apresentação do contraditório! São canalhas que defendem apenas os seus desejos e não aos interesses da sociedade. Quero lembrar o plebiscito pelo desarmamento em que eles simplesmente decretaram que ter arma é bom para a segurança: Eis o resultado da imbecilidade daqueles que compraram o decreto!
Para discutirmos esse assunto, devemos sair da podridão defendida por essas emissoras de comunicação e enxergarmos a verdadeira causa da violência! A primeira pergunta a ser feita sobre esse assunto é: Qual a razão da violência? Temos vários aspectos que colaboram para essa resposta. Todos os aspectos podem ser tratados como concretos ou abstratos.
Em relação aos aspectos concretos devemos fazer as seguintes perguntas: Como o estado está trabalhando para resolver as situações de violência? A minha atitude está colaborando para que forma de violência?
Devemos cobrar os nossos governadores para aniquilarem o tráfico, comércio e consumo de drogas e de armas, e que apresentem às soluções dos casos de violência não por estatísticas, mas por cada caso ocorrido. O estado deve apresentar propostas para a mudança de comportamento da sociedade e não apenas para o combate a violência.
A nossa atitude sobre o respeito às leis de convivência da sociedade devem contribuir para a educação de nossos sucessores. Ao respeitarmos as leis de trânsito e leis de defesa da vida, o próximo e à opinião alheia, à cultura e à religião, colaboramos diretamente na diminuição da violência. Mas isso não basta!
A terceira pergunta é: Qual o índice de “recuperação” do sistema carcerário brasileiro?
De nada adianta o estado aprisionar, àqueles que cometeram atos de violência, em uma cela, como animais ferozes, e depois soltá-los às ruas sem uma formação para uma vida longe da violência. O estado tem o dever de formar, para uma vida longe da violência, todos os encarcerados!
A quarta pergunta: As leis são cumpridas?
É obrigação de todos, sem exceção! Se uma pessoa faz vista grossas ela colabora para o aumento da violência. Temos a obrigação de denunciar qualquer ato de violência, seja em que instância for. É muito difícil assumirmos essa atitude, mas devemos assumir esse compromisso, caso contrário, podemos fazer o “melhor” código penal do mundo que ele nunca será cumprido.
A quinta pergunta: Quais leis devemos atualizar para melhorarmos o combate a violência?
A vida é uma plena evolução, assim tudo que cerca a vida também deve evoluir, mas a evolução não é sinônimo de libertinagem! Toda lei deve evoluir na defesa da vida, e a vida começa na concepção!
Sexta pergunta: Qual educação fornecemos para uma vida sem violência?
A educação não é apenas o conteúdo escolar. Educação engloba conhecimento escolar, intelectual, cultural, religioso, artístico, legislativo, entre muitos outros, mas principalmente o respeito ao ser humano. Expressões simples como: obrigado, agradecido, por favor, com licença, desculpe-me, Deus te abençoe, vá com Deus, entre outras, devem constar em cada frase que falamos!
Sétima pergunta: Você ainda acredita que simplesmente a redução da maioridade penal é a solução para a redução da violência?

Um grande beijo da paz!
Hernane Martinho Ferreira
Praesidium Mãe dos Pequeninos