Que a Paz de Nosso Senhor Jesus
Cristo esteja sempre em nossas atitudes em todos os momentos! “Como um jovem
manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras.” (Salmos 118, 9).
Amada(o) Irmã(o) que felicidade
encontrarmo-nos novamente nesse espaço de conversa. Agradeço aos retornos
recebidos devido aos textos aqui publicados. É muito bom saber que posso contar
com você! Hoje vou escrever sobre um assunto da moda: Redução da Maioridade
Penal. Devido a esse motivo vamos iniciar orando:
Ó Deus, Pai de todos nós, que
enviastes ao mundo vosso Filho, o Príncipe da Paz, para que tivéssemos vida e paz
por meio dele, nesta hora tão difícil para a cidade de São Paulo, nós vos
pedimos com fé e humilde confiança: enviai sobre todos nós o Espírito Santo e
despertai nos corações sentimentos de respeito por todos. Que todos os
habitantes desta Cidade, colocando de lado as diferenças, procurem unânimes
edificar o convívio fraterno na justiça, no respeito e na solidariedade, a fim
de que a nossa Cidade supere a violência e nela habite a Vossa paz. Amém!
São Miguel Arcanjo, defendei-nos
e protegei-nos!
São Paulo Apóstolo, ensinai-nos
os caminhos da paz!
Nossa Senhora, Rainha da Paz,
rogai por nós!
Vivemos em uma
sociedade violenta e sem escrúpulos, sendo que o sentimento de pavor está
presente em todas as pessoas. A violência é tamanha que perdemos o sentimento
de repulsa em relação a ela, e, infelizmente, nossas atitudes estão colaborando
para o aumento da violência!
Atualmente as
emissoras de rádio e televisão entopem suas programações com reportagens que
apresentam as violências cometidas pelos jovens e com os defensores da redução
da maioridade penal que, com a sua oratória rebuscada, apresentam a tese como a
solução para a violência de hoje. Entretanto, essas mesmas emissoras, cometem o
crime de apresentarem “meia verdade” e não abrem espaço para a apresentação do
contraditório! São canalhas que defendem apenas os seus desejos e não aos
interesses da sociedade. Quero lembrar o plebiscito pelo desarmamento em que
eles simplesmente decretaram que ter arma é bom para a segurança: Eis o
resultado da imbecilidade daqueles que compraram o decreto!
Para
discutirmos esse assunto, devemos sair da podridão defendida por essas
emissoras de comunicação e enxergarmos a verdadeira causa da violência! A
primeira pergunta a ser feita sobre esse assunto é: Qual a razão da violência? Temos vários aspectos que colaboram para
essa resposta. Todos os aspectos podem ser tratados como concretos ou abstratos.
Em relação aos
aspectos concretos devemos fazer as seguintes perguntas: Como o estado está trabalhando para resolver as situações de violência?
A minha atitude está colaborando para que forma de violência?
Devemos cobrar
os nossos governadores para aniquilarem o tráfico, comércio e consumo de drogas
e de armas, e que apresentem às soluções dos casos de violência não por
estatísticas, mas por cada caso ocorrido. O estado deve apresentar propostas
para a mudança de comportamento da sociedade e não apenas para o combate a
violência.
A nossa
atitude sobre o respeito às leis de convivência da sociedade devem contribuir
para a educação de nossos sucessores. Ao respeitarmos as leis de trânsito e
leis de defesa da vida, o próximo e à opinião alheia, à cultura e à religião,
colaboramos diretamente na diminuição da violência. Mas isso não basta!
A terceira
pergunta é: Qual o índice de “recuperação”
do sistema carcerário brasileiro?
De nada
adianta o estado aprisionar, àqueles que cometeram atos de violência, em uma
cela, como animais ferozes, e depois soltá-los às ruas sem uma formação para
uma vida longe da violência. O estado tem o dever de formar, para uma vida
longe da violência, todos os encarcerados!
A quarta
pergunta: As leis são cumpridas?
É obrigação de
todos, sem exceção! Se uma pessoa faz vista grossas ela colabora para o aumento
da violência. Temos a obrigação de denunciar qualquer ato de violência, seja em
que instância for. É muito difícil assumirmos essa atitude, mas devemos assumir
esse compromisso, caso contrário, podemos fazer o “melhor” código penal do
mundo que ele nunca será cumprido.
A quinta
pergunta: Quais leis devemos atualizar
para melhorarmos o combate a violência?
A vida é uma
plena evolução, assim tudo que cerca a vida também deve evoluir, mas a evolução
não é sinônimo de libertinagem! Toda lei deve evoluir na defesa da vida, e a
vida começa na concepção!
Sexta pergunta:
Qual educação fornecemos para uma vida
sem violência?
A educação não
é apenas o conteúdo escolar. Educação engloba conhecimento escolar,
intelectual, cultural, religioso, artístico, legislativo, entre muitos outros,
mas principalmente o respeito ao ser humano. Expressões simples como: obrigado,
agradecido, por favor, com licença, desculpe-me, Deus te abençoe, vá com Deus,
entre outras, devem constar em cada frase que falamos!
Sétima
pergunta: Você ainda acredita que
simplesmente a redução da maioridade penal é a solução para a redução da
violência?
Um grande beijo da paz!
Hernane
Martinho Ferreira
Praesidium
Mãe dos Pequeninos
